RESPEITAR A INDIVIDUALIDADE DA FÉ.
“Coisas do cordeiro” tem muitas pessoas que já me disseram que quando escrevo isso é porque vem coisas...são coisas minhas, pensamentos e experiências até muita vezes vividas por mim nestes 24.316 dias terrenos, mas vamos retirar daí os 7 anos que chamamos inocência, mesmo assim terei muito tempo para te dizer que :poxa que tanto tempo estou por aqui e vou caminhando sempre e já consegui chegar perto de mim...e se me for concedido mais um tempinho serei grato, pois aí saberei de verdade quem “EUSOU”
Agradeço a sociedade teosófica por esta mensagem que, sem querer provar nada a ninguém, nos mostra certos caminhos até então deturpados pelo egocentrismo terreno. Nunca vou poder dizer a você em minhas palestras ou meditações que você jamais deveria fumar, pois eu “ainda fumo”e se faz bem ou mal, o problema é só meu, porem posso te dizer que pra falar alguma coisa é necessário que se tenha experenciado situações e que durante meu trajeto de vida... Seminarista, um católico fervoroso, mesa branca, kardek, trabalhos em pirâmide, gnose, umbanda branca sagrada, candomblé, grande fraternidade branca posso me garantir dentro de um trabalho, onde pude recorrer a todos estes ensinamentos e retirar de todos as verdadeiras essências. O que muitos precisam aprender é que nenhum deles te leva a caminhos negativos, salvo se você assim o permitir. Um só rebanho e um só pastor é isso que falta a muitos em se acharem como os únicos salvadores da humanidade. Em todos estes seguimentos você pode entrar em negativismos baratos dentro de egos e personalidade tridimensionais, tentando persuadir os menos favorecidos de fé.
A questão da individualidade da fé provoca reflexões essenciais em um mundo globalizado e cada vez mais integrado, em que a ética das relações humanas adquire uma importância fundamental.
É válido, lícito, ético ou legítimo alguém afirmar a verdade de sua própria fé em detrimento da fé alheia?
Até que ponto alguém pode afirmar que seu “único caminho” tem alguma preponderância sobre o “único caminho” alheio ?
A afirmação usada por teólogos e sacerdotes de todas as crenças de que sua fé é o “único caminho” é um artifício de convencimento e de reforço da fé. Essa afirmação tem, porém, um conteúdo ético reprovável e muito prejudicial em termos de respeito humano, fraternidade e amor ao próximo.
Em outras palavras, aquela egocêntrica afirmação significa “você é importante para Deus e merece toda a felicidade e amor, desde que se submeta à minha fé. Caso contrário, mesmo merecendo todo o amor de Deus, você vai queimar eternamente no fogo do inferno, e eu vou desfrutar as delícias do meu paraíso, mesmo sabendo que você vai passar toda a eternidade chocando um carvão bem quente, afinal você tem toda a liberdade de escolher o único caminho, que, por coincidência, é o meu caminho”!
Se observarmos em todas as crenças e religiões do mundo, as legiões de auto-entitulados “salvos“, eleitos”, “escolhidos” e “agraciados”, veremos que suas vidas continuam obscuras e centradas no próprio egoísmo, embora a religião, sem dúvida, proporcione um lastro de segurança e de estabilidade, além de impedir que se degradem em atividades vis e autodestrutivas.
A religião é tão importante para cada indivíduo, que o simples fato de alguém seguir uma religião diferente abala sua convicção íntima de que sua crença é a verdade absoluta, o que gera um esforço de convencimento e conversão do outro, que nada mais é do que uma intenção de confirmar a vitória de sua própria crença, ou seja, um movimento do ego.
Um dos mais hediondos crimes já perpetrados na história humana foi a obra da inquisição medieval, em que incontáveis assassinatos, perseguições torturas foram cometidos em nome da pureza da fé e do combate às heresias.
De nada adianta, trazer de volta velhos ódios e conflitos, já soterrados pela areia do tempo.
O que pode e deve ser feito é se aprender com a história, compreendendo a infiltração do egoísmo e da vaidade nas questões religiosas e nas afirmações de fé.
Só assim a religiosidade pode ser depurada de suas ervas daninhas e assumir seu verdadeiro papel de redenção da alma humana.
É válido, lícito, ético ou legítimo alguém afirmar a verdade de sua própria fé em detrimento da fé alheia?
Até que ponto alguém pode afirmar que seu “único caminho” tem alguma preponderância sobre o “único caminho” alheio ?
A afirmação usada por teólogos e sacerdotes de todas as crenças de que sua fé é o “único caminho” é um artifício de convencimento e de reforço da fé. Essa afirmação tem, porém, um conteúdo ético reprovável e muito prejudicial em termos de respeito humano, fraternidade e amor ao próximo.
Em outras palavras, aquela egocêntrica afirmação significa “você é importante para Deus e merece toda a felicidade e amor, desde que se submeta à minha fé. Caso contrário, mesmo merecendo todo o amor de Deus, você vai queimar eternamente no fogo do inferno, e eu vou desfrutar as delícias do meu paraíso, mesmo sabendo que você vai passar toda a eternidade chocando um carvão bem quente, afinal você tem toda a liberdade de escolher o único caminho, que, por coincidência, é o meu caminho”!
Se observarmos em todas as crenças e religiões do mundo, as legiões de auto-entitulados “salvos“, eleitos”, “escolhidos” e “agraciados”, veremos que suas vidas continuam obscuras e centradas no próprio egoísmo, embora a religião, sem dúvida, proporcione um lastro de segurança e de estabilidade, além de impedir que se degradem em atividades vis e autodestrutivas.
A religião é tão importante para cada indivíduo, que o simples fato de alguém seguir uma religião diferente abala sua convicção íntima de que sua crença é a verdade absoluta, o que gera um esforço de convencimento e conversão do outro, que nada mais é do que uma intenção de confirmar a vitória de sua própria crença, ou seja, um movimento do ego.
Um dos mais hediondos crimes já perpetrados na história humana foi a obra da inquisição medieval, em que incontáveis assassinatos, perseguições torturas foram cometidos em nome da pureza da fé e do combate às heresias.
De nada adianta, trazer de volta velhos ódios e conflitos, já soterrados pela areia do tempo.
O que pode e deve ser feito é se aprender com a história, compreendendo a infiltração do egoísmo e da vaidade nas questões religiosas e nas afirmações de fé.
Só assim a religiosidade pode ser depurada de suas ervas daninhas e assumir seu verdadeiro papel de redenção da alma humana.
Muitos poderiam supor que o mundo precisaria de uma nova religião, livre dessas disputas mesquinhas e insignificantes, mas qualquer nova religião apenas renovaria esses velhos desvios, “colocando remendo novo em roupa velha”. O que o mundo precisa é de uma renovação das mentes, em que a religiosidade de cada pessoa tenha livre expressão e possa se manifestar de forma livre do ranço e das disputas causadas pelas religiões formais.
“coisas do cordeiro”, mas vamos continuar nosso trajeto, respeitando e afirmando pra nós mesmos a nossa fé, nos conhecendo melhor... Os noticiários estão aí, a mostra, pedofilias, desrespeito dentro de lares onde ainda reina os desajustes matrimoniais, drogas, enfim, tudo que é contra os “bons princípios” mas continuam a pregar um deus (em minúsculo mesmo), um deus que pode, e que coloca no inferno se as pessoas não seguirem suas orientações fazendo o que dizem mas nunca podendo fazer o que fazem...sabe ! cansei de uma senhora passar em minha frente, cuspir e dizer que o sangue de jesus tem poder... Acho que não tem não, senão já teria limpado sua boca...... Ainda falta respeito pelo próximo !
“ QUE A GRANDE LUZ DE DEUS “ÚNICO” SEJA SEMPRE NA TERRA, POIS ÊLE É !
CORDEIRO / SAMBALYADÊ, um ministrante feliz da vida porque sabe quem EU SOU.

Grato!!
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